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segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Vencendo as Tempestades


A Palavra de Deus afirma que a tormenta, os problemas e as tempestades vêm para todos, independentemente de serem ou não cristãos.

Veja que as adversidades não são características apenas dos que não temem a Deus, mas elas surgem na vida de todos. Contudo, o que difere uma pessoa da outra é exatamente a forma como ela se dispõe a combatê-las.

Analisando por este contexto, podemos compreender que existem dois tipos de pessoas: aquelas que se utilizam da fé prática em Deus para terem os problemas solucionados e as que se deixam levar pelas circunstâncias, pelo medo ou por aquilo que os seus olhos vêem, por isso, são completamente arruinadas.

Foi exatamente o fato de olhar para a condição que fez Pedro afundar, quando este ia ao encontro do Senhor Jesus por sobre as águas (leia Mateus 14.22-33). Dizem as Sagradas Escrituras que, ao reparar na força do vento, Pedro teve medo e começou a submergir.

Na verdade, as águas aqui descritas representam os problemas vividos pelas pessoas e, igualmente a Pedro, muitas têm reparado nas circunstâncias, no vento contrário (como diz o Texto Sagrado), e, conseqüentemente, afundado.

Porém, as que buscam auxílio através da fé prática em Deus combatem de frente o medo e toda sorte de adversidades ou problemas. Elas não se intimidam, mas, sobretudo, contam exclusivamente com essa fé, por isso, vencem todos os obstáculos, sejam eles grandes ou pequenos.

É importante ressaltar que o fato de crer em Deus ou estar em uma igreja, ou ainda se dizer evangélica, não significa afirmar que a pessoa esteja vivenciando – de fato - essa fé no Senhor Jesus. O que faz a diferença na vida do ser humano é a prática incondicional da Palavra de Deus, que é a base da vida. Essa é a fé de qualidade. Quem a vive não é desamparado. E, mesmo que enfrente dificuldades, conta tão somente com esse poder para guerrilhar e vencer quaisquer tempestades.

Amigo internauta, talvez - até hoje - você contou com os amigos, conhecidos ou parentes e, no meio do caminho, foi decepcionado, envergonhado. Experimente fazer de Deus o primeiro em sua vida e agir como orienta a Sua Palavra. Assim, em vez de submergir, certamente, verá a sua vida progredir sob todos os aspectos.

Bispo Romualdo Panceiro

terça-feira, 28 de agosto de 2007

O Avivamento da Rua Azusa

Por: Jorge Linhares
Em 1905, um pequeno grupo de crentes afro-americanos, famintos por avivamento, foram expulsos da Segunda Igreja Batista de Los Angeles. Eventualmente, eles começaram a se reunir em uma casa na Rua Bonnie Brae, onde os sinais de avivamento e manifestações espirituais começaram a juntar um crescente número de participantes. O improvável líder desse grupo foi um humilde, não muito estudado, filho de ex-escravos, chamado William Joseph Seymour. Para Seymour, a mensagem da hora era o renovo de Pentecostes, evidenciado pelo enchimento do Espírito Santo.

O pastor Seymour e mais sete pessoas reuniram-se para orar e buscar a plenitude do Espírito Santo, na noite de 6 de Abril de 1906. Os sete foram batizados no Espírito Santo com a evidência de falar em outras línguas. Três dias depois, Seymour recebeu o mesmo batismo de poder.

Como a mensagem do fogo do avivamento começou a se espalhar pela cidade de Los Angeles, os crescentes ajuntamentos superlotaram a casa da Rua Bonnie Brae. A necessidade de um lugar maior tornou-se evidente.

Finalmente, um prédio desocupado em mal estado na Rua Azusa No. 312 foi localizado e alugado. Ainda que o local tenha sediado, anteriormente, a Igreja Metodista Episcopal Africana, a estrutura de dois andares já bem desgastada estava sendo usada por um construtor como depósito de materiais de construção, estábulo para animais e feno. Mas em questão de alguns dias, com serragem no chão, forro de palha ao redor do altar e duas caixas de sapato como púlpito, o primeiro culto na Missão da Rua Azusa aconteceu no dia 14 de abril de 1906.

Desde o começo, o toque soberano de Deus estava sobre William Seymour e os que com ele estavam. Por três anos, o avivamento continuou essencialmente 24 horas por dia, sete dias por semana, com uma participação de, às vezes, até 1000 pessoas. Pessoas do mundo todo vieram para receber seu “Pentecost”, muitos sendo enchidos espiritualmente antes de chegarem ao prédio. O que tem sido chamado de “maior avivamento mundial” resultou, em nossos dias, em um vasto exército de mais de 600 milhões de crentes cheios do Espírito, tocando cada nação da terra.

Um dos fenômenos do Avivamento da Rua Azusa foi seu incrível poder de aproximar crentes de todo o mundo. Esse entendimento de envolvimento global é parte integral do planejamento para o Centenário. Delegados de muitas nações convergirão em Los Angeles para a celebração em abril/2006. Planos já estão sendo feitos para estabelecer uma iniciativa de oração mundial pelo Centenário. Através da tecnologia de vídeo streaming, os eventos do Centenário serão acessíveis a espectadores em cada parte do mundo. O web site dará aos indivíduos interessados informação sobre como estarem envolvidos no Centenário, não importando onde vivem no mundo.

Hoje, cem anos depois, temos que celebrar este maravilhoso mover de Deus que levou milhões a um profundo relacionamento com Deus. E a melhor forma de celebrá-lo é revivendo-o.

Para isso, você é nosso convidado a participar dos cultos da Juventude da Igreja Batista Getsêmani nos sábados dias 11, 18, 25 de Março e 1 e 8 de Abril, onde clamaremos a Deus por um grande mover como o da rua Azusa. Serão sábados de puro avivamento, onde o Espírito Santo batizará muitos com o mesmo poder que veio sobre os irmãos em Atos dos apóstolos e os irmãos da missão Azusa.

Teremos uma grande vigília de poder na madrugada de 7 para 8 de Abril (sexta para sábado), e encerramos nossa campanha com um grande culto no sábado dia 8 acompanhado por uma grande festa chamada Festa do Avivamento, que acontecerá noutro local (informações sobre a festa nos cultos da nossa juventude).

Venha na expectativa de algo sobrenatural que irá transformar sua vida para sempre!

“Nos últimos dias, diz Deus, derramarei do meu Espírito sobre todos os povos. Os seus filhos e filhas profetizarão, os jovens terão visões, os velhos terão sonhos” Atos 2:17.

Que Deus nos abençoe

Fonte:

Dificuldades : Homens e Mulheres são diferentes ?

Por: Pr. Risan-Joper
Um parceiro Meloda
Apesar de todas as dificuldades e desafios que a relação a dois envolve, as pessoas continuam encontrando boas razões para se casarem, que vão desde o medo de estar só (Gn.2.18), até os desencadeados pelos temores da vida contemporânea, de construir um lar que funcione como porto seguro num mundo cada vez mais cheio de incertezas, além de outros.

As diferentes motivações e necessidades

Homem e mulher são dois modos de ser. Têm estruturas cerebrais diferentes, estruturas emocionais diferentes e diferentes campos perceptuais da dimensão espiritual, ainda que em essência, sejam seres humanos.Em face dessas diferenças fica mais fácil compreender que, em se tratando de casamento, as razões do homem parecem não ser as mesmas da mulher, de modo que, ao empreenderem o matrimônio, ambos o fazem por diferentes necessidades e motivações.

O QUE ELES QUEREM?

Satisfação sexual

Sem nenhum exagero, para homem, o casamento se faz na cama. Acredito que este instinto é mais focalizado no homem que na mulher.No casamento o homem projeta a sua realização e satisfação sexual. Quando isto não acontece, o casamento pode perder a sua razão de ser, pois quase nada pode compensar tal carência. É evidente, que com a exploração que a mídia e a sociedade em geral, fazem do sexo, os problemas sexuais no homem, podem se transformar facilmente em traumas psicológicos.

Companhia prazerosa

Desde o princípio foi constatado por Deus. De fato, o homem é carente de uma companhia, da presença estável de uma mulher que esteja ao seu lado, livrando-o da terrível sensação de solidão.O relacionamento para o homem é presença; ele se guia pela vista, ainda que não necessariamente, pelo tato, como acontece com a mulher. É necessário porém, que esta companhia lhe seja prazerosa, no sentido de lhe proporcionar certas gratificações ou prêmios, em face de sua condição de provedor. Pelo menos é assim na psique do homem.O homem considera uma atividade compartilhada com sua companheira como uma alta expressão de intimidade. Isto lhe causa muito prazer. A mulher conquistaria melhor seu marido se participasse mais, com ele, de atividades recreativas. Na realidade, para o homem, não é tão importante o realizar junto, mas, estar junto dele em atividades que lhe dão prazer.

Uma esposa atraente

O livro de Cantares de Salomão ilustra bem esta necessidade do homem. O escritor, ao longo de todo o livro não deixa de expressar o seu encanto com as formas de sua esposa, partes do seu corpo que em geral, recebem alta cotação do clube masculino, chegando mesmo a descrevê-las, comparando-as com paisagens e formas da natureza que tanto os fascinam. Talvez, em função da valorização que o homem dá à aparência de sua esposa, muitas mulheres estão percorrendo verdadeiros calvários para manter suas formas bem acentuadas, o que tem levado algumas, inclusive, a comportamentos obsessivos a esse respeito. É bom lembrar que nem sempre as pessoas têm total controle sobre alterações que se processam no seu corpo.

Uma guardiã do lar

Muitas mulheres enganam-se, ao imaginar que os homens abandonaram definitivamente a imagem internalizada, ao longo de milhões de anos, da esposa que cuida da casa, desempenhando tarefas típicas dessa função. Muitas mulheres, inspiradas nos ideais feministas abandonaram por completo o cuidado da casa, para que não fossem vistas como súditas do império machista. Esta mudança radical causou um forte impacto na relação conjugal. Nem a mulher nem o homem conseguiu assimilar bem tal mudança. Estudos revelam que a grande maioria dos homens casados ainda se incomoda muito quando as suas esposas deixam de lhes fazer pequenas tarefas como, prega os botões de suas camisas.

Admiração

O desejo de ser admirado e reconhecido é mais aguçado no homem que na mulher. O homem parece viver em função desse desejo, que lhe é visto como o preço mais justo que pode lhe ser pago por aquilo que ele realiza. Sem admiração o homem definha e empobrece. Sem admiração, sua motivação para as conquistas e para as realizações se esvaem e seu entusiasmo pela vida desaparece. A admiração para o homem funciona como combustível e ao mesmo tempo, como parâmetro que mede a eficácia de seus atos.

O QUE ELAS QUEREM?

Afeto

A mulher é movida por afeto, que é o mais nutritivo alimento do seu coração. Quando elege o seu cônjuge, ela espera receber dele afeto, em forma de palavras, de toques e de atitudes, pois as relações conjugais lhes são sinônimos de relações afetivas. A sensibilidade da mulher ao toque, por exemplo, é dez vezes maior do que a do homem. O casamento para a mulher, é acima de tudo, a expressão máxima de amor e compromisso entre duas pessoas, e só secundariamente, entendido como uma instituição.O afeto é uma de suas necessidades permanentes e, independente do tempo que está casada, a mulher espera receber sempre do seu esposo boas e constantes doses de carinho e afeto.

Intimidade

No relacionamento conjugal, quanto mais proximidade, melhor. No caso da mulher, parece que sua estrutura emocional e sua estrutura cerebral, têm este campo de necessidade maior que a do homem, fazendo com que, a convivência íntima seja muito mais buscada por ela do que por ele, no casamento. A mulher cobra constantemente do homem esse tipo de convivência e um ambiente onde haja compreensão empática e um nível de confiança baseado no compromisso da fidelidade e da continuidade das relações conjugais.

Diálogo

Um outro aspecto relevante, é que para a mulher, a comunicação vai além de mera conversa clichê, aquela que se faz através de frases prontas e chavões, em que as palavras soam vazias. Ao se comunicar, a mulher expressa sentimentos e usa a comunicação num nível mais profundo, para se aproximar e tornar-se íntima. Daí a sua grande necessidade de falar sobre a relação e de ter o feeedback do seu cônjuge a esse respeito.Sem sombra de dúvida, ao lado de um homem calado, com o olhar perdido, sempre há uma mulher se sentindo desprezada e distante, com a sensação de que algo vai muito mal na sua relação conjugal. O silêncio do homem é uma das maiores ameaças para a mulher.

Honestidade

A personalidade de uma pessoa sempre foi um aspecto importante a ser avaliado no momento de se decidir por uma relação duradoura. Nas mulheres, isto parece ser ainda mais valorizado que nos homens. Enquanto estes têm a tendência de se basear mais pela vista, aquelas se interessam mais por qualidades interiores do homem, os traços de sua personalidade, suas características pessoais, seu caráter. A honestidade é um dos traços que a mulher mais admira no homem. Só numa relação de honestidade e franqueza a mulher se sente segura e tranqüila para expressar livremente toda a grandeza dos seus sentimentos.

Sustento financeiro

Quase que em toda história da humanidade o homem exerceu o papel de provedor da família. Era o responsável pelo abrigo e o sustento desta. Há no seu cérebro, uma estrutura programada para esse tipo de comportamento e, mesmo nos nossos dias, não é simples para ele conviver numa situação em que a mulher esteja fazendo o seu papel, como acontece em muitas famílias. A mulher, por sua vez, não superou o condicionamento de milhões de anos, vivendo sob a proteção do homem e continua a vê-lo como o mantenedor do lar, mesmo nos casos em que esteja ganhando mais que ele. Concluindo, a dinâmica dessas diferenças dentro de um ambiente de mútua compreensão enriquecerá ainda mais a fascinante aventura da vida, o casamento.


Fonte: Terra Gospel e Portal Melodia

Há diferença? Gostar, apaixonar-se amar e adorar

Por: Jaime Nunes Mendes
Um parceiro Melodia
Sob o mero ponto de vista gramatical, tais verbos se assemelham apenas no fato de poderem ser igualmente conjugados em todos os tempos e modos. E, não obstante aparecerem em alguns dicionários como sinônimos, quando analisados sob a ótica do trato humano, há de se verificar uma enorme diferença entre eles.

Vejamos:

GOSTAR – gostar de uma pessoa significa ter por ela simpatia, afeição, carinho, amizade. É, digamos, o prelúdio do amor. Entre um homem e uma mulher, o simples ato de gostar só é normal no início do relacionamento. O gostar, portanto, deve ser sempre o começo, nunca o "meio" e o fim.

APAIXONAR-SE – apaixonar-se não é a mesma coisa que amar. A paixão relaciona-se diretamente com o Eros, que o tipo de "amor" carnal ou físico, o qual associa-se ao sexo, expressando-se no corpo, na derme, na carne, nunca na alma. Eros, na mitologia grega, era o deus da paixão e dos desejos. Na paixão, a pessoa apaixonada fica como que hipnotizada ante os defeitos do outro. Nela não se consegue enxergar o que de mais nítido o outro tem de ruim. Quando se apaixona, perde-se totalmente a noção do real.

Se o rapaz é preguiçoso, diz a apaixonada: "Quando casar ele muda!"; se a moça é rebelde, afirma o rapaz: "Quando casar ele será outra!". Não paixão não há limites. Quem já não leu nos jornais, casos de pessoas loucamente apaixonadas, que por não serem correspondidas, atiraram-se de prédios, pularam de pontes, tomaram venenos, drogaram-se, enlouqueceram-se? E pior de tudo é que fizeram isso em nome do que eles alucinadamente o chamavam de "amor". A paixão dura apenas um verão. Quando a rotina do casamento se escancara num dia chuvoso de inverno, o apaixonado percebe que tudo não passou de uma grande ilusão. As rugas que antes não se viam, as estrias e as varizes que a juventude ocultavam, tornam-se para o apaixonado num faraônico motivo para o divórcio. Quando uma moça está apaixonada, ela é capaz de esperar a vida toda por alguém que a maltrata, que a rejeita, que brinca com seus sentimentos etc. Contudo, a paixão não é apenas algo negativo. Quando alicerçada no verdadeiro amor, ela torna-se indispensável num relacionamento. Ama-se para depois se apaixonar. E Não o contrário.

AMAR – amar uma pessoa implica em aceitá-la integral e racionalmente. Quando dois corações se encontram e duas mentes se combinam, então se abre uma porta para o amor. Amar é estar dentro da pele do outro. O amor, ao contrário da paixão, não é fruto de uma emoção efêmera e carnal. No amor há um equilíbrio que torna o relacionamento inabalável. Quando é o amor que impera entre um casal, as marcas que o tempo deixa no decorrer dos anos, na pessoa amada, nunca serão motivos para se pensar no divórcio. Aceita-se a pessoa tal qual ela é. Este é o amor ágape: o máxima caritas (grande caridade). O tipo de amor descrito por Paulo em Coríntios 13:7: "Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta". O amor nasce da alma.

Ele brota de um coração sincero. Quando se ama realmente alguém, quer-se sempre o bem desta pessoa. No amor, o EU e o NÓS são sempre substituídos pelo TU e VÓS. Não há lugar para o egoísmo no amor. O amor, quando verdadeiro, vê além da aparência: contempla o coração. Quando se ama não se magoa o outro intencionalmente. O amor derruba o orgulho de alguém que se sente traído sem nunca ter sido. O amor não prolonga o sofrimento do outro com promessas que de antemão já se sabe que não vai cumprir. O amor é atemporal, isto é, não há um tempo limite para se amar: ama-se à medida que se deseja amar.

Ele não é resultado do acaso. Faz-se mister predispor-se para amar. Às vezes isto exige esforço, renúncia ou mesmo concessão. O princípio básico para amar alguém (falo do amor conjugal) é ter-se interesse por este alguém. Mas não se deve esperar que "Cupido" atire a primeira flecha. Atire-a você mesmo.

ADORAR – do latim adorare, significa render culto a, reverenciar, cultuar, amar extremosamente, idolatrar, venerar. Ao pé letra, portanto, adorar não deve ser usado com a simples acepção de gostar ou amar. Não parece correto, especialmente para o cristão, dizer-se, por exemplo: "Adoro a minha mulher". / "Adorei aquele hino". / "Adoro viajar de avião". Em frases deste tipo, o certo é dizer: Amo a minha mulher. / Gostei muito daquele hino. / Gosto muito de viajar de avião etc. O verdadeiro cristão adora somente a Deus, e a ninguém mais: "Ao Senhor teu Deus adorarás, é só a Ele servirás" (Mt. 4:10). / "Adorai ao Senhor na beleza da sua santidade: tremei diante dele todos os moradores da terra" (Sl. 96:9).

Desertores da Fé

Por: Pr. Marco Feliciano
Desertor é o soldado que, na hora da luta, no ardor de uma batalha diante do inimigo, não suporta a pressão psicológica do medo e acaba por abandoná-la. Torna-se, assim, um desertor covarde que, quando for pego, será julgado por abandonar seus princípios, os juramentos feitos diante da bandeira de seu país, por abandonar seus amigos e companheiros na hora mais dura da batalha.
É natural termos medo. É natural entendermos que a linha entre a vida e a morte, num campo de batalha, é muito tênue e, diante disso, a pressão leva o ser humano a tomar atitude de covardia. Porém, entender tal atitude não é o mesmo que aceitá-la. Nenhum general aceita isso! Nenhum comandante de esquadrão concebe esta idéia sem que sinta repulsa!

Na Igreja de Cristo, vivemos época em que essa atitude é comum. Numa batalha épica, entre o bem e o mal, lutamos contra as hostes infernais da maldade. E quantos soldados não têm desertado ante o momento mais crítico desta batalha? Estamos mais próximos do fim do que imaginamos. O Exército Brasileiro mantém, em diversas cidades, o Tiro de Guerra, entidade que prepara soldados para a batalha. Mas nossas escolas de formar guerreiros, as igrejas, têm sido muito amenas, condescendentes com seus soldados: não os têm provado, testado e treinado à altura do embate travado.

Com isso, estão sendo gerados desertores da fé, homens e mulheres sem compromisso com a Verdade e que omitem a Palavra que poderá libertar a alma do aflito do inferno. Tais pessoas absorveram um Evangelho sem renúncia, voltado a conquistas imediatas, levando um exército inteiro a uma espécie de fracasso geral. E pior: têm feito seguidores, que não são poucos, mas inúmeros! "Cristãos" apenas no nome, na aparência, na piedade, mas que não dão a glória devida ao nome do Senhor.

São traidores da bandeira da santidade, entregue pelo próprio Deus à Sua amada Noiva. Homens motivados por outros sentimentos que não os de Deus. Fracassados que não admitem seus fracassos, colocando-se dentro de um casulo especial, criado exatamente para covardes. Escondem-se atrás de suas argumentações humanistas, sem fundamento na Palavra. Levando um sem-número de pseudocristãos, cegos para a Verdade, a um abismo de apostasia.
A busca de Deus neste ano de 2006 é esta: encontrar um "homem" que tenha as qualidades de um soldado-exemplo da Bíblia Sagrada: Urias, o heteu! Coragem, bravura e nobreza são as qualidades de um soldado verdadeiro. Quando Davi o tentou a abandonar a batalha para alguns momentos de prazer, Urias ficou com a consciência queimando, pois não achava justo desfrutar de um só momento de lazer, enquanto seus irmãos, companheiros e amigos lutavam pelo rei!

Foi embebedado e, mesmo assim, não ousou ir para o seu lar. Preferiu ir à guerra. Mal sabia o que o esperava: a trama foi colocá-lo no ponto mais terrível da batalha, de onde não haveria como escapar, e ali morreu, tendo sua carne servido de alimento para abutres. Todavia, seu nome está registrado nas páginas da Bíblia como herói!

Profetas, este é um ano propício para que a unção profética desça sobre alguns poucos que não se curvaram nem abandonaram a batalha que lhes foi apresentada! Natã participava de uma outra guerra, a de ser a "consciência" do rei! Falar a verdade ao ungido poderia custar-lhe a vida! Poderia ter apenas orado por Davi, poderia ter mandado uma carta anônima, se esquivado, protelado ou desertado! Mas, não! Com sabedoria e amor, usou a arma que Deus lhe deu e venceu a sua guerra. Atingiu o propósito de Deus, e Davi se arrependeu, chorou e continuou sendo um homem “segundo o coração de Deus”.

Conclamo a todos os que lerem este artigo a reavaliarem sua chamada, sua vocação, e ocupar seu lugar na batalha, quer seja como soldado ou como oficial de alta patente. Mas, antes de tudo, não tenham medo de enfrentar seus inimigos – ainda que lhe custe a vida, não retroceda.

Pastores: usem seus cajados com amor, temor e lágrima, pois, por mais dura que seja a repreensão, quando esta vem com lágrimas, carinho e preocupação, o rebanho sente e recebe. Pregadores: preguem a tempo e a fora de tempo, no fervor do Espírito! Profetas: profetizem doa a quem doer, custe o que custar, e caminhem no tapete da revelação! Levitas, cantem e componham músicas que toquem a Deus e os homens! Imprensa cristã, faça sua parte: anuncie, denuncie e não compactue com erros nem profanações! Ninguém que lançou a mão no arado olhe para trás. Jamais!

Pr. Marco Feliciano é escritor, teólogo, doutor em divindades e conferencista internacional

Fonte: Tempo de Avivamento

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Heróis Anônimos

Por: Pr. Marco Feliciano D.D
Heróis são pessoas que se destacam por sua coragem, salvando ou representando alguém. São pessoas admiradas, honradas pela sociedade, reconhecidas, são tidas como modelos a serem seguidos pelos demais indivíduos.
No Brasil são exemplos de heróis os quatro jovens
paulistanos Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo que morreram em 23 de maio de 1932 pelos ideais da Revolução constitucionalista. Suas mortes levam à união de diversos setores da sociedade paulista em torno do movimento de constitucionalização. Movimento este que reafirmou a democracia no Brasil e deu ao Pais uma constituição.
Getulio Vargas, o chamado pai dos pobres, foi criador dos seguintes órgãos: O Ministério da Aeronáutica, o CNP {Conselho Nacional do Petróleo) que depois daria origem à
Petrobrás em 1953.Foram criadas ainda a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), a Companhia Vale do Rio Doce, a Companhia Hidrelétrica do São Francisco e a Fábrica Nacional de Motores (FNM), dentre outros.Editou o Código Penal e o Código de Processo Penal e a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), todos até hoje em vigor.
Getúlio criou a carteira de trabalho, a Justiça do Trabalho, o
salário mínimo, a estabilidade do emprego depois de dez anos de serviço (revogada em 1965} e o descanso semanal remunerado.Getulio Vargas regulamentou o trabalho dos menores de idade, da mulher e o trabalho noturno. Fixou a jornada de trabalho em oito horas diárias de serviço e ampliou o direito à aposentadoria a todos os trabalhadores urbanos.foi um herói, que dedicou sua existencia a solucionar os problemas do Brasil, sua herança politica é disputada até hoje por partidos politicos.
No mundo os soldados das guerras: Vietnã, 1º e 2º guerra mundial, guerra do Golfo são heróis, pessoas admiradas pela sua coragem e patriotismo.

Heróis do Cristianismo
:
Enoque. Gênesis 5:24 - E andou Enoque com Deus; e não apareceu mais, porquanto Deus para si o tomou. Quem não admira um homem que andou tanto com Deus a ponto de Deus o tomar para si? Quem não o tem como modelo de fé e conduta?
Estevão o primeiro mártir do Cristianismo, Atos 7:55-56 - Mas ele, estando cheio do Espírito Santo, fixando os olhos no céu, viu a glória de Deus, e Jesus, que estava à direita de Deus; E disse: Eis que vejo os céus abertos, e o Filho do homem, que está em pé à mão direita de Deus.
Estevão se tornou um herói da fé, afinal deu sua vida pela causa do evangelho e na hora da morte ainda falava de cristo, outros heróis mártir são: Pedro,que morreu Crucificado,Paulo, que morreu decapitado,Tiago que morreu Furado, e João batista que foi decapitado por falar a verdade.
Muitos desses heróis foram idolatrados, ganharam igrejas foram beatificados, ganharam imagens e monumentos em sua memória, alguns ganharam dias comemorativos com festas e cerimônias de honra.
Há também os heróis por profissão: os jogadores das seleções, artistas, estão sempre a ganhar medalhas e troféus de reconhecimento, são aclamados pelos seus feitos, valorizados por eles, conquistam bom salários, valor publicitário etc. Porém, alguns heróis só são reconhecidos após sua morte! Geralmente seus atos heróicos estão relacionados com a morte deles ou de alguém! Os homens buscam nos heróis segurança e identificação.

Heróis anônimos

Há também os heróis anônimos, que realizaram grandes feitos, mas ninguém sabe sequer seus nomes, não recebem reconhecimento, nem gratificações por seus feitos aqui na terra. Na bíblia Sagrada encontramos :

Uma Jumenta em Números 22:23-33, Viu, pois, a jumenta o anjo do SENHOR, que estava no caminho, com a sua espada desembainhada na mão; pelo que desviou-se a jumenta do caminho, indo pelo campo; então Balaão espancou a jumenta para fazê-la tornar ao caminho.Mas o anjo do SENHOR pôs-se numa vereda entre as vinhas, havendo uma parede de um e de outro lado. Vendo, pois, a jumenta, o anjo do SENHOR, encostou-se contra a parede, e apertou contra a parede o pé de Balaão; por isso tornou a espancá-la.
Então o anjo do SENHOR passou mais adiante, e pôs-se num lugar estreito, onde não havia caminho para se desviar nem para a direita nem para a esquerda.
E, vendo a jumenta o anjo do SENHOR, deitou-se debaixo de Balaão; e a ira de Balaão acendeu-se, e espancou a jumenta com o bordão. Então o SENHOR abriu a boca da jumenta, a qual disse a Balaão: Que te fiz eu, que me espancaste estas três vezes?
E Balaão disse à jumenta: Por que zombaste de mim; quem dera tivesse eu uma espada na mão, porque agora te mataria.
E a jumenta disse a Balaão: Porventura não sou a tua jumenta, em que cavalgaste desde o tempo em que me tornei tua até hoje? Acaso tem sido o meu costume fazer assim contigo? E ele respondeu: Não. Então o SENHOR abriu os olhos a Balaão, e ele viu o anjo do SENHOR, que estava no caminho e a sua espada desembainhada na mão; pelo que inclinou a cabeça, e prostrou-se sobre a sua face.
Então o anjo do SENHOR lhe disse: Por que já três vezes espancaste a tua jumenta? Eis que eu saí para ser teu adversário, porquanto o teu caminho é perverso diante de mim: Porém a jumenta me viu, e já três vezes se desviou de diante de mim; se ela não se desviasse de diante de mim, na verdade que eu agora te haveria matado, e a ela deixaria com vida.
Um grande peixe em Jonas 1:17 - Preparou, pois, o SENHOR um grande peixe, para que tragasse a Jonas; e esteve Jonas três dias e três noites nas entranhas do peixe. O peixe que transportou Jonas, e permitiu que uma cidade fosse salva da destruição.
Em Marcos 2:3 - E vieram ter com ele conduzindo um paralítico, trazido por quatro.Heróis que levaram um paralítico até o local de sua cura, sem medir esforços, sem olhar para as dificuldades.
Uma pobre viúva, Marcos 12:42-44. Vindo, porém, uma pobre viúva, deitou duas pequenas moedas, que valiam meio centavo. E, chamando os seus discípulos, disse-lhes: Em verdade vos digo que esta pobre viúva deitou mais do que todos os que deitaram na arca do tesouro; Porque todos ali deitaram do que lhes sobejava, mas esta, da sua pobreza, deitou tudo o que tinha, todo o seu sustento.
Um rapaz que tinha pão e peixe, João 6:9 - Está aqui um rapaz que tem cinco pães de cevada e dois peixinhos; mas que é isto para tantos? Com estes poucos pães e peixes entregues na mão do Mestre possibilitou que uma multidão fosse alimentada.
Uma menina, escrava de guerra, mas livre de espírito II Reis 5:2 - E saíram tropas da Síria, da terra de Israel, e levaram presa uma menina que ficou ao serviço da mulher de Naamã. E disse esta à sua senhora: Antes o meu senhor estivesse diante do profeta que está em Samaria; ele o restauraria da sua lepra. Com seu testemunho verbal ela possibilitou que Naamã fosse curado de sua lepra.
Os quatro leprosos, corajosos foi o exército que Deus precisou para derrotar os Sírios. II Reis 7:3 - E quatro homens leprosos estavam à entrada da porta, os quais disseram uns aos outros: Para que estaremos nós aqui até morrermos?

Doutrina da Prosperidade: Um Assunto Polêmico


Uma Questão de Fé

Muitos são os debates que envolvem as questões de dízimos e ofertas, muitas são as manifestações envolvendo a chamada “doutrina da prosperidade”. São tantas falácias, opiniões e posições que muitos se vêem enredados e não sabem como agir, perdem a fé e deixam de contribuir para obra do Senhor e acabam por perder as bênçãos prometidas por Deus na Bíblia Sagrada.

A Bíblia Sagrada deixa-nos uma ordem e uma promessa. “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes.” (Malaquias 3:10). Dar os dízimos e ofertas não garante a salvação de ninguém, a salvação não é conquistada por dinheiro, a salvação é dada de forma gratuita, e foi conquistada na cruz do calvário por Cristo Jesus nosso Senhor. Porém a promessa da prosperidade, esta sim esta diretamente ligada com o ato de ofertar e dizimar.

Muitos pastores não ensinam sobre dízimos e ofertas. Eles têm medo de ser chamados de corruptos e materialistas. Outros ao contrário dão importância excessiva a esta questão, deixando de lado ensinamentos mais importantes como á salvação, vida eterna, conduta cristã. Os que deixam de ensinar e estão deixando de orientar seus membros para uma vida próspera, os que ensinam somente isto, correm o risco de ter uma igreja próspera, porém sem o temor de Deus, sem salvação. Os membros não sabem que direção seguir.

Como cristão devemos ser sábios e prudentes, igrejas e pessoas que dão ênfase exagerada à doutrina da prosperidade podem não ser confiáveis, mas ofertar é uma ordem bíblica com promessa, quando ofertamos e dizimamos estamos agindo com fé, e as promessas divinas estão sobre nós. Podemos e devemos desejar a prosperidade, sem nos esquecer, porém, da salvação de nossas almas e das demais doutrinas bíblicas. Veja o testemunho da irmã Elisangela Araújo.

Fonte:
Tempo de Avivamento
Redação